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Domingo, 13 de Maio de 2007

TRANSPLANTE RENAL

O transplante renal pode ser realizado com um rim de um cadáver ou de uma pessoa viva. Em Portugal realizam-se cerca de 400 transplantes renais por ano sendo cerca de 10% de dador vivo.

A actual legislação portuguesa apenas permite a doação de rim até ao 3.ºgrau de parentesco, mas aguarda alterações.

A lista de espera para transplante renal inclui mais de 2000 doentes, crescendo cerca de 100 novos doentes todos os anos. O tempo médio de espera é de cerca de 5 anos.

A modificação da lei de doação deverá alterar um pouco este cenário aumentando o número de dadores renais vivos. É também importante melhorar o número de colheitas em cadáveres.

Em Espanha, por exemplo, a transplantação de rins de cadáveres tem a taxa mais elevada da Europa, mas com dador vivo é inferior à portuguesa. Os resultados do transplante com dador vivo são, no entanto, de maior sucesso que os de cadáver.

Em Portugal e no mundo, a escassez de órgãos para transplante tem sido um problema insolúvel, sendo que, por exemplo, no nosso país o envelhecimento populacional contribui muitas vezes para a inviabilidade dos órgãos para transplante.

 

publicado por Dreamfinder às 23:11

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Quarta-feira, 2 de Maio de 2007

DOENÇA RENAL CRÓNICA (DRC)

 

A saúde pública prepara-se para sofrer uma viragem a nível mundial, com uma redução de 3% na projecção das doenças infecciosas na mortalidade e um aumento de 17% das mortes por doença crónica.

A doença renal crónica, além de rara, não tem tratamento até atingir a fase de falência renal. Os tratamentos para a falência renal são a diálise e o transplante renal. No nosso país existem cerca de 14000 doentes com falência renal em hemodiálise ou transplantados e este número vem a crescer 6,5% anualmente, prevendo-se que duplique nos próximos 15 anos.

As estimativas apontam para que 1 em cada 10 indivíduos padeça de DRC, sendo que os doentes com insuficiência renal são apenas uma pequena parte.

Entre os factores de risco da DRC podem salientar-se a hipertensão, diabetes, consumo de drogas anti-inflamatórias, … A prevenção e o tratamento destes factores de risco são mais uma vez as chaves para evitar o aparecimento da DRC.

Os critérios que levam a DRC a ser considerada um problema de saúde pública são quatro:

- afecta muita gente e o número de afectados aumentou significativamente e prevê-se que continue a aumentar

- o problema não afecta todas as pessoas do mesmo modo, incidindo particularmente nas populações de baixo nível socioeconómico

- há evidência de que determinadas estratégias (ambientais, políticas, económicas, …) poderiam reduzir significativamente a doença

- essas medidas não estão ainda implementadas

Crê-se que 800.000 portugueses sofrem de DRC, com particular incidência nos grupos etários mais elevados, minorias étnicas e raciais, população de baixo nível socioeconómico.

A população com DRC tem um risco de morrer de complicações cadiovasculares 100 vezes superior ao risco de progredir para a insuficiência renal.

A DRC acaba por estar escondida da população, perante o destaque dado pelos meios de comunicação à doença cardíaca, ao cancro ou à importância de monitorizar a pressão arterial e o colesterol ou fazer mamografias regulares. É importante a sensibilização da população para este problema de saúde pública tão comum que pode ser diagnosticado precocemente através de análises. É importante identificar e vigiar grupos de risco e a implementação da prevenção da DRC.

publicado por Dreamfinder às 23:14

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